vale a pena reler
o artigo tem 10 meses, mas nos dias que passamos, é de muito oportuna re-leitura:
https://www.monde-diplomatique.fr/2021/05/REYMOND/63052
até porque salvo a guerra e a invasão da Ucrânia ( e as decorrências imediatas) está .... actual.
Almaraz, Fukushima, ,,,,,
Uma forte delegação portuguesa esteve em Navalmoral de la Mata dias 12 e 13, contribuiu para a plantação da ameixoeira e participou na visão do filme El Regalo de Eduardo Soto e no debate que se seguiu.
A continuidade das nossas acções e o convívio a o desenvolvimento da espessura de pensamento, além de alguma repercussão mediática são elementos fundamentais da luta.
Hoje isto está mais curto, devido a também termos outros compromissos. Amanhã procuraremos equilibrar....
não é impossível
Une guerre nucléaire qui anéantirait l’humanité est-elle vraiment impossible en Ukraine, comme le laissent entendre plusieurs commentateurs ? Jean-Pierre Dupuy n’est pas de cet avis. Le modèle de destruction mutuelle assurée qui sous-tend la dissuasion est beaucoup plus fragile qu’il n’y paraît, explique le philosophe et ingénieur, auteur notamment de La Guerre qui ne peut pas avoir lieu. Essai de métaphysique nucléaire (Desclée de Brouwer, 2019).
os riscos existem
basta carregar num botão, a mais.....
https://ourworldindata.org/nuclear-weapons-risk
e ....nessa linha:
bombas de calor
aqui a sua maior utilidade:
https://www.commondreams.org/news/2022/03/10/mckibben-heat-pumps-peace-plan-gains-traction-biden
vamos a elas.
colapso
as barragens não irão aguentar.....
https://theecologist.org/2022/mar/11/fear-over-indias-dangerous-dams
com os degelos massivos e outras coisas....
contra Putin e as alterações
climáticas, claro:
podemos fazer mais.
e este é outro delírio
Incomprensível
Oa jornais publicam artigos de opinião incompreensíveis (ontem no Público havia 2 desses, que nem relidos, e tenho a 4ª classe, os consegui compreender) ainda por cima pagam esses.
Em outros o miserabilismo ainda é maior, mas nem sequer comento. Pois o texto que ontem aqui publicámos foi recusado por questões.... de estilo. Imagino que esse fosse por criticar jornalistas, que como outras classes se acham acima de qualquer crítica, ou por ser contra a corrente e falar ( o que não cabe nos arquétipos, modelos, dominantes) de não violência e denunciar muitas das iletradas prosas que têm vindo a ser publicadas aqui ali e acolá ou a ignorância mais obscena dos locutores (alguns dizem que são jornalistas, ha, ha, ha).
Espero que se concretize projecto em gestação porque a informação que temos, mesmo em jornais que já foram referência é mesmo muito má e a opinião, bom... estamos falados!