Até as cagarras
Recordo quando estive no Faial andar com umas caixas para salvar os filhotes da cagarras, das luzes e dos atropelamentos e outras maldades.
Envia-me o nosso amigo Fernando Pessoa este comentário, que encontro trazer aqui: #A propósito da poluição dos oceanos com plásticos (...) Aqui há poucos anos, o exame feito às crias de cagarra nas Selvagens, mortas nos ninhos, detectou que tinham engolido plásticos de várias dimensões. Ora as cagarras são aves pelágicas e elas vão ao alto mar buscar o alimento para as crias - portanto em que nível de poluição deve estar aquela vasta zona do oceano para acontecer esta barbaridade. #
Tartarugas afogadas em plástico, baleias com toneladas desse nos estomagos, e os peixes que o tomam por fitoplancton, e os comemos ou não cheios desses. Os fluxos biogeoquímicos já passaram, em muito os limites que permitem a continuação da vida, da nossa. E já 6, quase 7 dos parametros de vida rebentam a escala.O espaço de segurança operacional (que raio de linguagem usamos) já caducou. E agora?
Comboios?
Enviaram-me hoje um projecto de ligação ferroviária ligando ilhéus, na Bahia, a Chancay no Perú.
Mencionaram-me o problema, falado no filme das bitolas, que também nos afecta por cá.
Nem uma palavra sobre as consequências ambientais (recordem-se da transAmazónica que cedo borregou) e os problemas da construção.
Mas fui procurar e encontrei este filme sobre a estória da ferrovia no Brasil:
https://www.youtube.com/watch?
Dados da APREN
Fonio
Há movimentos para recuperar este cereal:
https://en.wikipedia.org/wiki/Digitaria_exilis
que aqui registo.
Glaciares a derreter e vulcões a rebentar...
tudo está ligado a tudo:
e quem já lá esteve sabe.
Livro da Fundação
Envia-me em digital a Fundação Gulbenkian, que nunca será perdoada* por se ter recusado homenagear devidamente Gonçalo Ribeiro Telles, (nem conferências, nem site, nem concerto, nada, nada, nada, talvez porque imaginavam que não iríamos silenciar nada, como, aliás, o filho Francisco R.T. fez perante a cara de pau de dois administradores) já para não falar de outras maldades... Fundação que tem o seu património afundado em petróleo, edita um livro, cheio, cheio de gráficos e estatísticas que deveriam ser melhor enquadradas e muito limitadas, intitulado o Clima em Mudança, que enviarei a quem o solicite, pesem as críticas o considero um instrumento útil.
* continuo-o a lamentar, e só o facto de a folha de pagamentos dessa ser extensa, motiva que não haja mais vozes contra o disparate do acrescento, do deserto, anexo aos decepados jardins.
Muito cara, muito lenta e muito suja... muito pouco segura.
Já aqui publicámos este texto, no original em inglês. Ora em castelhano para mantê-lo bem vivo:
tudo, tudo, tudo.
Esta, mais
alguém devia esfregar na cara da hegemonia, que domina os média, e impede a livre expressão:
https://energynews.pro/en/edf-postpones-restart-of-flamanville-epr-to-august-13/
só aqui damos as verdadeiras notícias....
Estamos tramados, tramadinhos
Já rebentámos com isto tudo:
https://www.stockholmresilience.org/research/planetary-boundaries.html
e continuamos...
liberalismo sem lei
tudo em linha com milrei e trump mas ao contrário dos clássicos:
https://thebulletin.org/2025/07/why-the-us-must-protect-the-independence-of-its-nuclear-regulator/
n\ao há respeito pela lei nem o direito que a legitima. Tudo ao molho e fé no grande capital.