não, não está a acontecer
pois, nada está a ser feito:
https://edificioseenergia.pt/n
e assim....
talvez...
seja um atalho, que os caminhos estão barrados:
mas pode ser que....
andam a semear ilusões e a manipular-nos
não, não são necessários mais aeroportos, já temos que baste, o triângulo Beja, Portela (reduzida) e Monte Real ( E Badajoz com comboio rápido!)é mais que suficiente, e os voos têm, têm mesmo que diminuir!
https://theecologist.org/2022/jun/10/international-activism-can-stop-airport-expansions
mas em vez de pensar põem o guito à frente dos ditos.
as águas vão para o oceano
por muito arrozoado que escrevam:
basta ler esta treta de burocrata:
"The IAEA’s review, and the NRA’s domestic regulatory review, are both ongoing processes and we continue to coordinate to ensure a complete understanding of what Japan is doing. We look forward to another mission on regulatory aspects early next year, and which will also help us to better understand the oversight and inspection processes put in place,"
não fizemos nada e não vamos fazer nada!!!!!
as cracks não param
e com elas os riscos, os custos, os atrasos, e nós a pagar as favas:
e eles a gozarem com o pagode.
Como diz o povo
uma grande cegada:
que não tem fim em vista.
e aos costumes disseram?
nada, faziam segredo disto, como se não fossem as nossas vidas:
e se não passasse nada.
Eficiência e suficiência
duas pernas para caminhar contra as alterações climáticas:
https://www.treehugger.com/iea-calls-for-serious-energy-conservation-5425837
as melhores!
escavando o poço
claro que somos levados a procurar uma solução, que agrava (e muito) o problema:
mas continuamos feitos louvo-deus. E de olhos fechados.
o terroir a desaparecer
Já pouca gente se lembra da vinha da Veiga&França, na zona do Lido, hoje ocupada por mastodontes de cimento. Uma vinha magnifica e uma casa senhorial, onde vivia um meu tio e onde brinquei muito...
Mas o terroir das variedades locais do vinho vai acabando, o rolo compressor do Mondavi, das marcas de sabor uniforme, as castas uniformizadoras, vão destruindo as locais e mais antigas, e Vavilov, a suas bio-regiões e os terroirs vão passando à história, morta.
aqui ela se continua, a grande velocidade, em direcção ao abismo.