Palmyra
Quem nunca lá foi não nos poderá mais contar como era.
http://www.getty.edu/research/exhibitions_events/exhibitions/palmyra/essay.html
recordo a propósito estava num colóquio em Santarém quando alguém me deu a informação que os islamitas tinha destruido os Budas de Bamiyan, e afirmei, e tenho um fundo budista, que isso não tinha importância.
Pior, muito, muito pior eram as vidas de homens e sobretudo mulheres, todas as mulheres que eles iam destruindo em nome do fanatismo, da intolerância e de uma mística sem qualquer sentido ou realidade.
Não existe ambiente sem solidariedade, com o que isso implica.
restos
não éramos pobres mas as regras à mesa eram rígidas. Nada de chapéus, só nos sentávamos depois do avô, e lavar as mãos, e só nos levantávamos depois de pedir e ter licença.
E o prato tinha que estar limpinho!, não era permitido mais olhos que barriga.
fico parvo ao ler este relatório. Continuo a deixar o prato limpo, e como quando era criança e (adorava) se sobrar alguma coisa temos restos no dia seguinte ( é claro que não adorava todos...).
No restaurante há anos que levo os restos, que dão um bom almoço ou jantar em casa.
Acho isto inadmissível e não é pelo discurso, que também surgia de vez em quando " olha para tantos meninos com fome no mundo". É mesmo pela civilização de desperdício em que nos atolamos.
Não é a mesma coisa mas....
uma alimentação equilibrada é fundamental para a nossa saúde e para os recursos do planeta.
Não sei se vamos a tempo.
11 Março!
É já para a semana!
https://www.sortirdunucleaire.org/10-ans-de-Fukushima-plus-jamais-ca
não deixamos esquecer.
esta a que interessa
Quem não se lembra das nossas cidades cheias de recicladores? Papel, vidro e sobretudo espanhóis a roubar o óleo usado dos oleões?
Esta é a mineração que interessa e deveria ser apoiada, claro enquadrada em termos legais, dando emprego mas não criando submundos de corrupção.
aliás deveria ser o Estado ou os municípios a cuidar destas situações.
Recordo quando fomos a Barcelona, um grupo ligado a uma entidade de reciclagem, e as pessoas comentavam, quando nos viam espreitar os "reciclões"para vermos, espreitarmos se as pessoas faziam o seu trabalho....
história da nuclear em França
Por aqui começou, por uma Couve....
https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14682745.2020.1832472
de facto a nuclear civil é um sucedâneo e complementar ou melhor o outro lado da nuclear militar ( veja-se o caso do Irão)
Pois por esse Couve começou o fio da meada, onde o De Gaulle e #la grandeur de la France# (lembram-se do great again?)teve um papel detertminante.
Não servia para nada!
mais um
a vender gato por lebre:
mas não deixamos nem um respiro a esta gabiruzagem.
Tantas
notícias que me foi impossível escolher, algumas já aqui demos, outras ainda não, para leitura regalada:
https://savoie-antinucleaire.fr/
todas com interesse.
Cabo Verde
Conheço todas as ilhas habitadas do arquipélago, tenho por lá amores perdidos, esta reportagem mostra este povo extraordinário:
https://www.publico.pt/2021/03/01/fugas/fotogaleria/cousteau-cabo-verde-405590
a memória e a invenção do futuro.
Campo de Ourique
Vivi longos anos aqui e não perco a esperança de voltar.
https://www.dn.pt/opiniao/o-campo-de-ourique-13405362.html
Conheço o Guilherme há muitos anos e aqui mais um artigo culto.
Canárias....
são outra das vítimas, o Pacífico está cheio, e tantos outros locais no mundo... das experiências nucleares: