Nuclear é doença climática
Esta chegou na hora e ainda não foi lida, mas vinda de onde vem só pode ser:
https://
excelente!
O O.I.E. e o desastre ambiental do mapa
Aqui:
http://signos.blogspot.com/search/label/ordenamento%20do%20territ%C3%B3rio
dado que após o assalto e modificações não controlo, ainda, a dimensão dos espaço para os textos. Caso tenha saído cortado.
O OIE denuncia o Mapa Negro
O Observatório Ibérico de Energia denuncia mais um desprezo pelo AMBIENTE e TERRITÓRIO
O PSZAER é, talvez, o maior atentado ambiental dos últimos anos, em perspectiva. Em nome de uma putativa transição energética (totalmente indefinida) aliena mais de 7% do território para supostamente promover renováveis, hoje suficientes em modo de produção (e se forem substituídas por mais eficientes o ganho é substancial) sendo que o que é necessário é investir nas poupanças energéticas, na eficiência e em alternativas sensatas e “urbanas/telhados” e na melhoria da qualidade do edificado, em cooperativismo, e em sistemas de diversificação de consumos, e também em sistemas de acumulação, sejam naturais sejam artificiais.
E claro alterar o paradigma em que estamos a mergulhar, as indústrias super destrutivas energética e ambientalmente, como as das bases de dados, altamente consumidoras de energia e água, e os sistemas agro-florestais super produtivistas que destróiem o território em monoculturas
Ora, ignorando os instrumentos de Ordenamento do Território, a Reserva Ecológica Nacional e a Reserva Agrícola Nacional, já é certo em muito mau estado, passando por cima dos P.D.M.s e ignorando leis Europeias de conservação seja a rede Natura, sejam espécies especialmente protegidas e o seu território, e desprezando completamente até a Resolução do Conselho de Ministros nº 125/2026 e tornando nula legislação fundamental, embora desde sempre tenha merecido a nossa crítica, os procedimentos de Avaliação Impacte Ambiental, para desenvolvimentos industriais intensivos,
vemos o governo colocar em discussão pública um documento que só deveria ter um destino o famigerado PSZAER (PROGRAMA SECTORIAL DAS ZONAS DE ACELERAÇÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS, só o nome já é um fantasma).
Basta colocar um mapa das restrições em cima dos 7% e não sobra nada ou quase nada do dito Mapa Verde (de facto um mapa negro!), com o qual querem destruir o nosso ambiente e biodiversidade.
Não se pode em nome de um pretenso bem destruir as potencialidades do território, degradar as paisagens e destruir solos. Sobretudo sem obedecer ás regras do Estado de Direito, à legislação de Ordenamento do Território, as lógicas de protecção de espécies e aos sistemas, sejam imperfeitos, que na lei protegem o património.
António Eloy
Embora este texto tenha sido partilhado e recolha muitas contribuições, a sua responsabilidade final é só do coordenador do O.I.E.
Saber com a música do povo
ou folk music:
vários troços, de excelência!
Alcalaboza Viva!
Contra os bandidos, marchar, marchar:
http://signos.blogspot.com/search/label/Alcalaboza%20Viva
e não parar!
Baleação
Também andei por aqui:
ENCONTRO SOBRE A BALEAÇÃO NO ATLÂNTICO 22 de julho de 2026 | Centro Cultural Costeiro, Sesimbra.
ENCONTRO SOBRE A BALEAÇÃO NO ATLÂNTICO
22 de julho de 2026 | Centro Cultural Costeiro, Rua Aníbal Esmeriz, n.º 1, Sesimbra
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Embora, como todos sabemos, não tenham linearidade:
mas são o que são!
Para parar as alterações?
Sobre a crença na I.A.
E sobre a descrença (se ela nos autorizar....)
https://www.resurgence.org/magazine/article6652-returning-intelligence-to-the-living-world.html
e ninguém menciona os custos energéticos haurissants!
Comboios a andar sobre solares
enquanto por cá nem andar andam. Só a acabar, fecharem ou projectos delirantes:
mnas como dizia o outro" somos os melhores!"