Im memorium
Não posso deixar sem uma menção e tristeza. Melim Mendes há alguns anos vivia no esquecimento da vida, embora lembrado pelos amigos nas tertúlias onde ele sempre houvera feito figura. Era além de um personagem, um picaresco, sempre com estórias e elementos rocambolescos para contar e protagonizar. Claro que não é por isso que aqui o trago. Participou nos processos de "organização" energética nacional e colaborou connosco, nomeadamente no saudoso C.E.E.E.T.A., foi um dos elementos na base da Agência de Energia da Madeira e era um coleccionador de postais, produziu dois ou três livros com esses a fazer a memória da sua ilha.
Passámos juntos momentos de grande intensidade. Um registo, este, de boas memórias.
A natureza fala-nos
Ainda não vimos nada
e continuamos a acreditar no manto da Virgem:
https://www.washingtonpost.com/weather/2026/03/09/super-el-nino-explained/
para nos proteger....
D.M.A.
Já aqui terei trazido este tema, mas ora me insistem:
https://fnca.eu/images/documentos/DOCUMENTOS/Manifiesto_DMA_2026.pdf
é importante!
Me chega do Brasil
a notícia que a ministra do ambiente (vimo-la?) propõe no quadro eleitoral que as alterações climáticas sejam centrais nessa. Faz-me lembra o velho ditado " não fez nada publica um relatório não vai fazer nada organiza uma conferência". E o clima passa:
Programa, quase completo
das comemorações dos 50 anos, do inicio do fim da nuclear entre nós:
http://signos.blogspot.com/search/label/Ferrel
e nunca, nunca mais voltará!
Um artigo informativo
e não com a mão no pote:
https://www.vie-publique.fr/ec
ou seja muito factual, embora....
E mais cultura
esta à velocidade de 24 imagens por segundo, a extinguir-se:
https://amensagem.pt/2026/03/02/salas-de-cinema-lisboa-resistencia-nimas-ideal-cinemateca/
e não voltará mais.
E no dia 14, em Ferrel
lá pra Peniche, onde queriam construir uma central, vai ser apresentado o livro, que conta as dezenas, sim largas dezenas de incidentes, falhas, paragens emergentes e também acidentes, alguns de grau I e II, que correspondem a II e III não fora a matreirice de terem começado a contá-los do 0, sobrevindos nos 2 grupos de Almaraz. E que podem continuar mais alguns, poucos é certo, ou queremos certo, anos.
Disso, também, iremos falar, noutra conversa como as 4 ou 5 em que estivemos e muitas mais o nosso amigo Chema.
Anexo.
Hoje também cultura
que se vai extinguindo:
https://amensagem.pt/2026/03/02/tesouros-esquecidos-a-sesta-dos-ceifeiros-jose-malhoa/