Livros, livrarias
Sou um apreciador de livros e livrarias. Pequenas, tradicionais, temáticas, específicas,alternativas, e também de alfarrabistas autênticos.
Recordo bem a Ulmeiro, que frequentei, sobretudo durante a minha estadia por Benfica, e das suas referências. E tenho gosto em gatos nas livrarias, me recorda o amigo Hipólito Clemente e a Opinião, os Gatafunhos, em Oeiras, a Fonte de Letras, em Évora, e algumas outras em vários locais, de que não recordo o nome. Recordem-me sff.
https://amensagem.pt/2023/11/28/ulmeiro-livraria-volta-benfica/
a Ulmeiro faz parte da história de uma esquerda que não se rende e que continua presente, sem claudicar à hegemonia.
Minas, a recuperar
e espero que isto vá depois ou pelo menos a par com a recuperação ambiental destas:
é que senão....
Reduzir o trabalho
Devia ser a medida central do pacote laboral, no quadro de uma noiva economia, mas infelizmente está tudo na onda do produtivismo sem sentido, nem juízo.
Sou dos que participaram na elaboração de documentos sobre o trabalho a meio tempo e conheci alguns membros do colectivo Adret que escreveu este livro : https://www.babelio.com/livres/Adret-Travailler-deux-heures-par-jour/48980
Hoje aqui:
https://www.elsaltodiario.com/laboral/reduccion-jornada-laboral-ecologismo
Andam a brincar aos cowboys
lembram-se do Dr. Strangelove?
isto parece esse enredo.
Andar com os rios
Uma iniciativa que reputo se deve multiplicar:
https://cirefluvial.com/walkingrivers/
e ao quadrado!
Coopérnico
Recebo, como todos os cooperantes mais um interessante boletim da:
penso que quem pensa já pensou em tornar-se cooperante. Mas mesmo que não pense pode subscrever o boletim que é muito útil.
Mas pense, pense bem!
E se ...
fosse mais barata a nuclear, mas não é, é até o dobro das renováveis, mas se, se,
https://www.theenergymix.com/renewables-mix-beats-nuclear-on-price-in-future-energy-systems/
pois até nesse caso seria mais cara, os custos marginais, os custos invisíveis, os custos de saúde, os custos da degradação, os custos da corrupção , essa desenfreada, e o pagamento dos seus agentes e da hegemonia, pois até nesse caso, integrando esses, os custos reais é, seria, muito, muito mais cara.
e se um pózinho se introduzi-se
na so.called A.I.:
https://thebulletin.org/2026/04/ai-nuclear-decision-making-has-a-data-problem/
tal. tal.
eles próprios dizem que eles próprios
que são os maiores responsáveis pelos vertidos radioactivos no mar dizem que os laboratórios deles próprios dizem a eles próprios que lançam toneladas, toneladas de resíduos radioactivos no Pacífico, que os limites de segurança que eles próprios estabeleceram garantem uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
O peixe, a vida marítima continuará, mais radioactiva e em todas as cadeias, mas isso também, eles próprios sabem, mas não dizem:
não é conversa fiada, nem de chacha
o que se ouvirá, assim a voz não me doa, na UTAD, em Vila Real, no dia 8 (anexo)
Pena que não rompa o círculo que a hegemonia controla, os mídia quase todos, e o discurso dominante dos arautos da representação.*
* e, em linha com o que temos denunciado, um ex-jornal de referência, publica e não haverá, vos garanto, a mínima deontologia para publicar contraditório! e sem ser publicidade paga 4 páginas, com chamada à primeira página, uma publireportagem, (nem sequer assinalada, como acima referi) com um vendilhão e promotor da nuclear. Está tudo dito!
Ainda com a martelada das 4 na tola (mas vindo de onde vem não traz nada de novo, é um mentiroso inveterado) escrevi como um raio cerca de 9.000 caracteres, que irei deixar para estudo aos alunos e outros ouvintes em Vila Real e, que irá fazer a ronda habitual para publicação. Obviamente ninguém na hegemonia está interessado.