A hipocrisia sem sentimentos
sempre tive grande preocupação com os agro-farmacos:
este caso, que não é isolado, mostra a total desfaçatez do capitalismo desenfreado.
Até estes
que nunca tiveram 1 kWh de nuclear....
tem problemas com os resíduos. E só por terem andado na brincadeira.
Comendo Ambientes
Volto, de vez em quando, a esse meu simpático livrinho, que me veio ao prato nesta conferência:
onde foram apresentados projectos muito interessantes, que infelizmente só estão disponíveis em plataformas digitais que não usamos.
Podem procurá-los. Carreguem no programa.
E agora que estou escrever sobre a adulteração das palavras, na linha de Kemperer, descobri que ora chamam "fábrica de água" ás estações de tratamento de esgotos. Cheira mal.
Isto é o que eles nos deixam
em todos, todos os casos:
e muito pior, ainda.
Petróleo a matar baleias
e dir-me-ão com tanta coisa, aliás quase tudo, o que esse adolescente retardado está a destruir vens me falar de baleias?
https://www.commondreams.org/n
é que já não tenho capacidade de me exceder mais.
Caminhar, caminhar...
ver, ouvir, sentir:
https://www.resurgence.org/magazine/article5968-as-i-roved-out.html
e o poder de viver surge.
Cortiça...
não sou capaz de avaliar a bondade deste empreendimento, mas pode ser interessante:
Fugas de metano....
articulem com o filme que enviámos ontem....
e pensem....
Mais uma farpa
Do Manuel Collares Pereira, na nuclear, aqui só uma parte, quem quiser o texto completo, já sabe...
# 1. A actual crise do petróleo. Parece que os proponentes do Nuclear se estão a aproveitar da situação de subida do preço de petróleo, provocada pela Guerra do Irão, para ressuscitar o seu assunto, confundindo a esmagadora maioria dos cidadãos (incluo media, comentadores, etc) sobre o que poderia ser uma solução para a actual crise energética.É importante explicar que o Nuclear serve para produzir electricidade e não para nos disponibilizar diesel ou gasolina nos nossos motores (e para muitas outras aplicações suas, térmicas, termoquímicas, químicas, etc) e que a dita crise é para ser resolvida em dias ou mêses, o que não nos permite esperar 10 anos até eventualmente dispormos de uma central nuclear. Aliás os países europeus com Nuclear, sofrem este momento de crise, tanto quanto nós sofremos em Portugal e sem o Nuclear
2. A electrificação da economia e a produção de electricidade no futuro. Numa discussão sobre politica energética do futuro, no caminho da sustentabilidade, da redução de emissões, é hoje geralmente aceite que deveremos proceder a uma electrificação progressiva da nossa economia, prevendo-se uma duplicação do consumo de Electricidade (Energia Final), dos actuais cerca de 25% do total para pelo menos 50% em 2050. Esta é a forma mais rápida e poderosa de trazer as Energias Renováveis (limpas) para o contexto da produção de energia à escala planetária, explorando até o facto de as Energias Renováveis serem hoje, de longe a forma mais económica ( barata) de produzir electricidade. Mas aqui, já é legitimo considerar a pergunta: e porque não o Nuclear? Um primeiro aspecto a ter em conta é o de que, embora as centrais térmicas nucleares não tenham associadas as mesmas emissões de CO2 das centrais térmicas fósseis, a classificação de solução sustentável que lhes é atribuída não é correcta, já que produzem uma enorme quantidade de resíduos radioactivos (incluindo os dos seus desmantelamentos) que ficam até dezenas de milhares de anos a impactar as gerações futuras, algo não sustentável (ver, por exemplo, os termos da definição Bruntland) (...)