Excelentes fotos
Radiações
A propósito de dados mencionei a um conhecido a CRIIRAD:
https://www.criirad.org/criirad-commission-for-independent-research-and-information-about-radiation/
o trabalho de um homem e os seus amigos!
Sobre a Objecção de Consciência
Só com a autoridade de quem deu o corpo ao manifesto e pensou, aqui trago este texto, encontrado algures:
#A não violência resposta política e social à guerra, às guerras. Não há guerras justas!
A não violência carece ser explicada e urge ser compreendida, como recurso que se articula em torno da palavra e dos nossos corpos e que é intransigente na defesa do direito e da autonomia e das liberdades públicas.
Os resistentes à guerra, também portugueses tem muita história, que se articula também com a resistência à guerra colonial, que passa pelas lutas contra o SMO e claro antes pela objecção de consciência. Que passa pela oposição à cultura de guerra que entre nós sempre foi patrocinada por quem só se opunha às armas de um dos lados e que hoje continua a procurar álibis para tomar o partido errado, o da continuação da guerra e que nos tem atravessados*.
A nossa resistência à guerra sempre foi articulada com conceitos de defesa da vida e do ambiente, com lógicas de conservação da natureza e recursos, que são destruídos pelas máquinas militares e as indústrias que lhe estão por traz, em qualquer das suas formas. Recordemos que os piores pesticidas, os mais tenebrosos químicos foram testados em guerras e de igual forma a nuclear civil é um fruto, contaminado da nuclear militar, hoje infelizmente disseminada por todo o mundo que sofre as consequências das emissões radioactivas.
Infelizmente os média, na sua lógica de venda de um produto, e pensando que a opinião publicada ou difundida é a que interessa ao público, que numa lógica de pescadinha de rabo na boca segue essa lógica e a continua, não encontra espaço para discursos alternativos que geram humanidade.
Continuamos a desenvolver informação do mais, mais armas, mais combates, mais mortes, mais carnificinas, mais feridos, mais armas. Um ciclo vicioso que tem que ser rompido com novos recursos, a não violência é o caminho para acabar com a guerra, a não violência e a resistência civil nesse âmbito é fundamental para alterar os paradigmas dominantes. Se começarmos a falar disso, de exemplos históricos, mas também de tantos, tantos outros de actualidade, que todos os dias estão a ocorrer.
* Os resistentes à guerra também têm sido os principais resistentes ao discurso do contra esta guerra, em nome de outra coisa, patrocinado por um dos lados da mesma.#
Cooperativismo, um caminho
Esta notícia motiva este número, mas não podia deixar de a trazer:
https://amensagem.pt/2026/04/18/festival-coopera-cooperativas-lisboa-rizoma-habitacao/
e é para continuar...
Esta para os trumpistas
Jacarepaguá
Esse o nome do 1º hotel que me acolheu em S.Paulo....
https://amensagem.pt/2026/05/08/jacare-pagua-cafe-avenida-roma-alvalade-lisboa/
agora um café em Lisboa, que resiste. Vão desaparecendo, helás!
Novo discurso, novas práticas
Paroles et paroles
gasta-se dinheiro e perde-se tempo:
e isto serve para quê, mais esta posição.