Cortiça...
não sou capaz de avaliar a bondade deste empreendimento, mas pode ser interessante:
Fugas de metano....
articulem com o filme que enviámos ontem....
e pensem....
Mais uma farpa
Do Manuel Collares Pereira, na nuclear, aqui só uma parte, quem quiser o texto completo, já sabe...
# 1. A actual crise do petróleo. Parece que os proponentes do Nuclear se estão a aproveitar da situação de subida do preço de petróleo, provocada pela Guerra do Irão, para ressuscitar o seu assunto, confundindo a esmagadora maioria dos cidadãos (incluo media, comentadores, etc) sobre o que poderia ser uma solução para a actual crise energética.É importante explicar que o Nuclear serve para produzir electricidade e não para nos disponibilizar diesel ou gasolina nos nossos motores (e para muitas outras aplicações suas, térmicas, termoquímicas, químicas, etc) e que a dita crise é para ser resolvida em dias ou mêses, o que não nos permite esperar 10 anos até eventualmente dispormos de uma central nuclear. Aliás os países europeus com Nuclear, sofrem este momento de crise, tanto quanto nós sofremos em Portugal e sem o Nuclear
2. A electrificação da economia e a produção de electricidade no futuro. Numa discussão sobre politica energética do futuro, no caminho da sustentabilidade, da redução de emissões, é hoje geralmente aceite que deveremos proceder a uma electrificação progressiva da nossa economia, prevendo-se uma duplicação do consumo de Electricidade (Energia Final), dos actuais cerca de 25% do total para pelo menos 50% em 2050. Esta é a forma mais rápida e poderosa de trazer as Energias Renováveis (limpas) para o contexto da produção de energia à escala planetária, explorando até o facto de as Energias Renováveis serem hoje, de longe a forma mais económica ( barata) de produzir electricidade. Mas aqui, já é legitimo considerar a pergunta: e porque não o Nuclear? Um primeiro aspecto a ter em conta é o de que, embora as centrais térmicas nucleares não tenham associadas as mesmas emissões de CO2 das centrais térmicas fósseis, a classificação de solução sustentável que lhes é atribuída não é correcta, já que produzem uma enorme quantidade de resíduos radioactivos (incluindo os dos seus desmantelamentos) que ficam até dezenas de milhares de anos a impactar as gerações futuras, algo não sustentável (ver, por exemplo, os termos da definição Bruntland) (...)
Passarinheiros, aos vossos postos!
Hoje meditei um pouco, com Serafim Riem no meu pensamento. Muito gostaria ele de ver estas fotos e acções:
que continuem a voar...
Se fosse a nuclear seriam 12/18 anos ou mais...
mas estas são quase na hora:
Vigiar o consumo
Canto
Cerrar Almaraz!
já, há anos, que o reclamamos:
e continuamos...
Colibrismo em acção!
não é que seja mau:
mas está longe de ser suficiente!
Deontologia, em Ferrel
A falta dela, da maioria dos jornais, que publicam propaganda nuclear, às vezes paga!, sem qualquer contraditório responsável, falam de energia limpa como se essa, a mais porca de todas, o fosse, de mini nucleares como se existissem a não ser em ficção, e destas como se fossem, imaginem, mais baratas que qualquer, qualquer outra forma de produzir electricidade e como se pudessem substituir os combustíveis para os transportes (e até os carrinhos eléctricos merecem outra conversa).
E sobre a CNN grande promotora da nuclear, pois até é propriedade da maior empresa nuclear do mundo e a invenção por essa de um grupo, constituido por um professor de ficção cientifica do Técnico e os seus muchachos, dito de ecologistas pela nuclear.
Tudo isso foi desmascarado num dos pontos que abordei, em alta velocidade.
O outro foram episódios picarescos até termos enterrado o que o povo de Ferrel começou a demolir em 1976. A falha sísmica, curiosamente ao mesmo tempo de relatório do Banco Mundial a chumbá-la, e outras peripécias iluminaram o nosso tempo. Muito nos divertimos a lutar Pela Vida, nome de suplemento histórico, que editámos.